sexta-feira, 6 de outubro de 2006



No escritório de Miami, há alguns murais com fotos do pessoal dos demais escritórios. E aí estamos nós!

Em 4 de dezembro de 1956, nos lendários estúdios da Sun Records, em Memphis, Tenessee, quatro figuras históricas registraram um dos maiores momentos da música moderna. Na tarde daquele dia, os ainda pouco conhecidos Elvis Presley, Jerry Lee Lewis, Carl Perkins e Johnny Cash encontraram-se por acaso no estúdio. À época, Elvis, o mais famoso do quarteto, havia acabado de assinar contrato com a gigante RCA - hoje Sony BMG, e liderava entre os rankings de músicas e discos por semanas. Durante cerca de duas horas, os cantores realizaram provavelmente uma das mais famosas jam sessions da história do rock. Sam Phillips, o dono do estúdio e quem revelou os artistas ao mundo, notou que a história o estava dando algo de valor. Foi quando o empresário decidiu gravar a sessão dos artistas. As fitas ficaram esquecidas por muitos anos, como sempre é comum em lendas e histórias similares. Na década de 80, finalmente um LP, chamado "The Million Dollar Quartet", chegou às lojas. O material, no entanto, era incompleto e não seguia a ordem real das músicas.
Vale lembrar, ainda, que a única - e clássica - foto disponível desse encontro é a que aparece na capa do disco acima. Quando Sam Phillips percebeu o quão grande era aquele momento, ligou para um repórter do Memphis Press-Scimitar, jornal local. O repórter rapidamente foi ao local, e teve a oportunidade de realizar a famosa imagem acima.
Após o lançamento do álbum - que mais tarde se tornaria um CD - a Sony BMG traz, cinquenta anos depois, pela primeira vez a gravação completa do encontro. O novo cd, entitulado "The Complete Milion Dollar Quartet" traz 12 minutos a mais de áudio, com canções novas e, também pela primeira vez, na sequência correta. O Cd está disponível pela Internet.
O nome "Milion Dollar Quartet", aliás, foi dado pelo repórter e serviu de título para a matéria que seria publicada no dia seguinte no folhetim. Hoje, claro, 1 milhão de dólares mal paga alguns meses em visitas a Graceland, casa do Rei.

domingo, 1 de outubro de 2006

segunda-feira, 25 de setembro de 2006

Apenas para registrar um post direto de Miami.


A cidade mais quente que eu ja fui. Mais quente que Taubateh.

Nao ligue para os acentos, o teclado aqui e diferente.

Estou neste momento no escritorio da TJG em Miami.

O lugar eh bonito, mas o nosso eh melhor. Afinal, eh mais novo.

Claro, aqui eh maior.

A cidade eh linda, as praias tbm. Tudo mto mais organizado e arrumadinho.

Buenos Aires ainda ganha no quesito beleza, ja que Miami parece ter se deteriorado muito por causa da invasao Latina.

Muitos brasileiros. Demais. E aqui soh se fala espanhol. Ingles eh raridade.

Amanha (terca) eh, finalmente, o dia de ir para Memphis. Nao que nao esteja gostando de Miami. Eh bem legal, a cidade eh bonita mesmo. Aqui, ou vc fica no inferno quente (rua) ou no inferno gelado (ar condicionado). Tem ar em todo lugar, desde o carro ateh qualquer loja. Insuportavel - e ruim p saude.

Os carros tem cambio automatico. Todos eles. Dirigi um. Alugamos uma van para levar os jornalistas - um da Colombia, Mexico, Brasil e Argentina. Dirigi a van pelas ruas de Miami. Fui na praia um dia soh pq o sol eh mto forte. Se fosse dois dias, estaria com queimaduras. Ja estou vermelho o suficiente p a semana toda.

Estou mto satisfeito em estar aqui. Eh legal conhecer os funcionarios que falamos pelo telefone. O namorado da Andrea me recepcionou aqui. Na sexta fomos em um bar-balada, em que ele conhecia o dono. Soh tem driunques malucos, com sabores mto diferenest. Cada um, 18 dolares. Mas, como ele congece o dono, pagamos so a gorjeta - 20 dolares cada um (fomos com uns casais amigos dele).

Todo mundo aqui tem carro bom. O Rodrigo, mesmo, tem uma BMW. A Naomi, tbm. Carro ruim aqui seria algo como um Polo. Mas ruim MESMO. Nao tem carro velho passando na rua.

Os taxis sao amarelos, como em NY.

Nao tem mto postes, mas tem alguns. Mais que em BsAs.

A Andrea eh legal. A Naomi tbm.

O Eric e gente finissima.

Vou indo.

Bjs

quarta-feira, 20 de setembro de 2006

Algumas pessoas escrevem tão bem que, até mesmo em reclamações, conseguem encantar seus leitores. É o caso de Carlos Dias, nesta reclamação à montadora GM por um problema que teve com seu carro. Com os devidos créditos, reproduzo aqui a carta do jornalista à empresa:

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Um conceito equivocado de Parceria - Carlos Dias


Senhores (as),


Dirijo-me aos senhores já desesperançado de ter um atendimento à altura da General Motors do Brasil, indignado como consumidor de ser abordado com “parceiro” da montadora quando da compra de uma Montana no final do ano passado. Parceiro do que e de quem?, questiono, iluminando os fatos que se seguem:



1) No final do ano passado adquiri o veículo Montana em uma concessionária na Zona Leste, placa DRR 0943, Chassi 9BGXL80GO6C138516. Decisão de compra feita, aliás, pelo atrativo dos 3 anos de garantia que a GM concede.

2) Fui informado no ato da compra que, caso houvesse qualquer problema no veículo, de qualquer sorte, contaria com o apoio da rede de concessionárias e me seria facultado carro reserva para locomoção em casos mais graves até que se findasse o conserto. Nunca isto ocorreu, fiquei na promessa. Ponto.

3) Por decisão pessoal instalei um kit GNV no veículo em uma das mais renomadas empresas deste setor em São Paulo.

4) Não em função da instalação do gás, longe disto, começou o meu périplo na concessionária GM do viaduto Pedroso. Visitei a concessionária para revisão da partida a frio do veículo pelo menos uma cinco vezes. Em todas, sublinho o todas, fui mal atendido e não tive o problema resolvido. Inclusive uma carta foi enviada ao ombudsman da GM, anterior a esta.

5) O meu carro simplesmente não pega pela manhã. Na última vez que estive na concessionária, no sábado, a forma com que fui atendido beirou a galhofa, honestamente. Ao chegar à concessionária depois de uma árdua negociação com o sr. William, chefe da garagem, deparei-me com um mecânico fazendo uma ligação com a minha bateria em outro carro, a popular “chupeta”. Sem que isto tenha sido de longe autorizado por mim.

Na sequência sou informado que nada fora feito no meu automóvel, nenhuma peça substituída. Aliás, este é um ponto crucial: insistir de forma cabal para que fossem feitas trocas no sistema de injeção eletrônica, o módulo com problemas, a partida a frio. Afinal, reza no meu contrato, troca de peças caso não fosse resolvido o problema. Tudo foi feito – desde “resetar” módulo até limpeza sabe-se lá do que -, mas nunca a troca de peças que, insisto, está previsto contratualmente.

Mais: fui informado que por conta da instalação do kit gás perderia a garantia sobre qualquer problema relacionado ao sistema de injeção eletrônica. Em nenhum momento foi-me informada situação estapafúrdia como esta, tampouco listada no manual do proprietário. Pedi, inclusive, que o chefe da garagem da Itororó me apontasse o item alusivo a isto e tive respostas do gênero: “está no manual de 2006, não de 2005”; “há esta menção (de um termo que nada faz qualquer ilação com kit gás)”.

A justifica que me deram nesta última passagem é que faltava combustível no compartimento de partida a frio e que testes tinham sido efetuados. Ora, após uma semana frustrada de pegar o carro, que só funcionava no módulo gás diga-se de passagem, mais que óbvio que o combustível deste módulo gastasse. Qualquer leigo entenderia isto.

A cereja no bolo no mar de explicações nebulosas que obtive era de que havia marcas de camundongo – isto mesmo, um rato!– que poderia ter corroído ou causar algum dano no motor ou sistema elétrico. Só a título de informação, meu carro fica em garagem coberta onde resido e no estacionamento da Câmara Americana de Comércio, a Amcham, onde trabalho, local frequentado muito pelo senhor Ray Young, a quem conheço e, imagino, desinformado sobre os serviços prestados nas concessionárias.

O carro aparentemente pega nas atuais circunstâncias. Mas até quando? Vou precisar findar a garantia para pagar um novo sistema de injeção eletrônica porque a GM se nega a fazê-lo? Privo-me da promessa de um carro reserva feito no ato da compra para um check-up geral no carro, que desejo e anseio?

Que soluções a GM me aponta para sanar o meu transtorno, o prejuízo que tive de ir e vir nas cinco ou mais idas à concessionária? Que espécie de parceria vocês apregoam que fica no mar da retórica somente?

Atenciosamente,

De um consumidor indignado.


CARLOS DIAS
Managing Editor
Amcham-American Chamber of Commerce
São Paulo - Brazil

terça-feira, 19 de setembro de 2006




Put on my blue suede shoes

And I boarded the plane

Touched down in the land of the Delta Blues

In the middle of the pouring rain

W.C. Handy -- won't you look down over me

Yeah I got a first class ticket

But I'm as blue as a boy can be



Then I'm walking in Memphis

Walking with my feet ten feet off of Beale

Walking in Memphis

But do I really feel the way I feel



Saw the ghost of Elvis

On Union Avenue

Followed him up to the gates of Graceland

Then I watched him walk right through

Now security they did not see him

They just hovered 'round his tomb

But there's a pretty little thing

Waiting for the King

Down in the Jungle Room



They've got catfish on the table

They've got gospel in the air

And Reverend Green be glad to see you

When you haven't got a prayer

But boy you've got a prayer in Memphis

Now Muriel plays piano

Every Friday at the Hollywood

And they brought me down to see her

And they asked me if I would --

Do a little number

And I sang with all my might

And she said -- "Tell me are you a Christian child?"

And I said "Ma'am I am tonight"

segunda-feira, 18 de setembro de 2006

Assim, vez mais
Mentiu, malandro
Ousou, sem pensar
Resultado, aí está

quinta-feira, 14 de setembro de 2006


Um poste pode definir uma nação?
Pode um pouco de sujeira nos passar uma impressão?
Por mais pueril que seja, um poste privilegia tudo isso
Penso que, pelos postes, presenciamos a parte geral
Um pouco do principal, uma parte do planejado

Me parece que postes são como pessoas na praça
Passam, pensam, pisoteiam e permanecem perdidos

Eu, sou só mais um poste também...
Aos poucos a realidade chega...

Seja por um motoboy aqui, um frentista ali, um poste acolá...

Como uma presa na teia, vemos tudo chegando, acontecendo aos poucos...

Ouvimos um "mano", um "é nois", que a cada hora vão dando lugar ao "por supuesto", "listo" e "por favor" (sim, até isso ouvimos mais por lá)...

O cotidiano se encarrega de nos mostrar onde estamos... Posted by Picasa

terça-feira, 12 de setembro de 2006

Antes de voltar aos nossos amigos portenhos, queria apenas falar um pouco de Monte Verde, onde fiquei com a Pulguinha.

A ciade é maravilhosa, encantadora, charmosa e meiga. Programa de casal, claro.

Fizemos vário passeios, entre eles a subida até a Pedra Redonda, o segundo ponto mais alto do Brasil.

A foto em que estou com ela foi uma das minhas preferidas. Estamos na cidade, na despedida... Posted by Picasa















Nos próximos posts, mais fotos da viagem de Buenos Aires.

Uma cidade que, de tão bela, nos deixa um pouco frustrados.

Como teria sido tudo se tivéssemos sido colonizado pelos espanhóis? Teria tudo sido diferente?

De repente, um erro ou uma decisão acabou por influenciar toda uma vida para milhões e milhões de pessoas...

Um pouco de filosofia demais, eu sei... Mas o desapontamento é grande. Depois eu continuo. Posted by Picasa















los pájaros que construyen la nochesueñan con ella
prolongan sus silencios hasta inventar países
y cuidan de ella como si ella fuese su corazón un ala o una rama

los pájaros que construyen la noche
la brisa de la noche sueñan con ella

porque los gestos de ella como pájaros senos muslos bocas se ponen a volar

ella se pone a volar
en fin
los pájaros que construyen la noche aullan por ella. Posted by Picasa

sexta-feira, 25 de agosto de 2006

Saíram selos comemorativos do Bolaños no México!!!!

Imagens exlusivas aqui! Posted by Picasa

sexta-feira, 18 de agosto de 2006

Formatura do Anão!

O último de nós a se formar celebrou em grande estilo! Posted by Picasa

Didi de Bethania

Os Trapalhões em sua melhor fase.

Adorava quando eles satirizavam alguma música...
Vale a pena ver!
Segunda passada, estive na Hebe.

Não foi o que esperávamos (nunca é), mas foi bem além do que um dia sonhávamos.

Claro, não é exatamente a realização de um sonho estar na Hebe, mas enfim.... Posted by Picasa

sexta-feira, 11 de agosto de 2006

A desconfiança
Há desconfiança
Ah, desconfiança!
Quero ser teu amigo
Pois aqui no meio de tudo
Vejo que não dá mais
Haha, desconfiança
Me dá um pêndulo
Me dá um pé
Me dá um pouco de fé
Hei desconfiança
Veja se me arruma tempo
Porque eu não agüento
Tanta mediocridade
Ah, falsidade
Caminha junto com tua irmã
Segue tua vida, tua luta vã
Aqui, parece que não dá mais
Você sabia que quem cansa
Às vezes também sou eu
Pois quem me prometeu
Que sairia um dia
Nesse dia ficou.
E no outro, também
E mais um, porque o outro já vem.
Ah, desconfiança
Me auxilia
Me ajuda
Me enfrenta nessa história maluca
Nessa vida que nem fim tem
Mas tem quem sabe
Alguém que convêm
Alguém que tolera
Perdoa e idiotiza
O idiota da vez
Hahahaha desconfiança
De ti posso rir, pelo menos
Ao menos, por muito menos
Por quase nada
Por menos que vingança
Há desconfiança....
Sabe-se lá quando o dia vai chegar
Quando tudo vai acabar
Hahahaha
Choro sorrindo
Ah sou eu que sofro
No mundo roxo
Ah
Que venham novas lutas
Você sabe, é vazia
A tua imensa agonia
Tudo é simples, tudo é crente
Tudo, aqui
Na sua frente
A desconfiança
A descomplicação
A dedo escolhido
Adiante, meu amigo
Adeus, ardido, sofrido
Ah... Doído!

Luís – 10/08/06 10h17

quinta-feira, 27 de julho de 2006

Na dianteira
Senna é o primeiro entre as celebridades com maior potencial de licenciamento, segundo o ranking BAV

1 - Ayrton Senna
2 - Ivete Sangalo
3 - Xuxa
4 - Silvio Santos
5 - Sandy
6 - Ana Maria Braga
7 - Ronaldinho Gaúcho
8 - Malu Mader
9 - Suzana Vieira
10 - Ronaldo

Fonte: Brand Asset Valuator/Young & Rubicam

O cara ganha até de celebridades vivas... Agora, vamos combinar: Suzana Vieira?!?!?!

segunda-feira, 24 de julho de 2006

Rene Arnoux e Gilles Villeneuve no duelo que pode ser considerado o melhor de todos os tempos da Fórmula 1.

A briga ocorreu nas três últimas voltas do GP da França - terra de Arnoux.
Mesmo para quem não curte Fórmula 1, vale a pena ver a briga furiosa dos dois pela vitória até a última linha.


sexta-feira, 21 de julho de 2006

Será que nos comunicamos tanto assim?


Hoje de manhã, a tela do computador abriu com um aviso de login e senha para o MSN. E fiquei sabendo que aquele antigo plano de um comunicador interno para a TJG foi enfim concretizado. Os escritórios de todos os países podem se conversar, falar sobre relatório, sobre como está o tempo em Miami e outros pormenores.

Agora, pelo menos na minha máquina, são três comunicadores. O tradicional MSN, onde falo com o povo em geral, com a clipadora e alguns jornalistas; no AOL/ICQ, uma exclusividade. O uso somente para falar com o meu contato na FedEx. E, agora, o terceiro, que começa a ser usado hoje.

Será que nossa necessidade de comunicação é tão grande?

Quando era mais novo, havia somente o ICQ. Da noite pro dia, virou uma necessidade.
O tempo passou, e hoje nem acesso mais o programa. Aliás, nem tenho instalado.

Acho que devíamos nos comunicar menos. Deveríamos falar menos, e só ouvir. Ouvir o quê, se iríamos falar menos?

Ah sei lá. Vamos ouvir uns MP3 no celular.

quarta-feira, 19 de julho de 2006

Antes do evento, antes de tudo isso, faltou falar da maratona dos últimos dias...


Vou ver se consigo recapitular:

Terça, 11/07:

- Coletiva Sabertec
- Gravação no TV da Gente (Canal 24 UHF)
- Jantarzinho básico aniversário

Quarta, 12/07:
- Gravação TV Record

Quinta, 13/07:
- Viagem a Curitiba (cheguei en casa às 22h - ou mais)

Sexta, 14/07:
- Entrevistas e unas 150 ou 200 e-mails não lidos

Sábado, 15/07:
- Viagem à Ribeirão Preto para palestra no Instituto do Livro da prefeitura.
Detalhe: o vôo de volta, marcado para 17h40, só saiu de Araraquara 21h.
- Entrevista Jornal "A Cidade", de Ribeirão
- Festinha básica

Domingo, 16/07:
- Fumando aquele negócio indiano (narguille?)

Segunda, 17/07:
- Gravação no "Charme", da Adriane Galisteu
- Entrevista Rádio Eldorado (Fernando)

Terça, 18/07:
- Gravação TV Record e Cultura de manhã
- Evento de lançamento à noite...

E chega, né?
- Entrevista Rádio Ribeirão (Luís)
Fotos históricas:

Dois "prefaciadores" (afinal, qual o nome de alguém que escreve um prefácio?)...
Enfim, Marcelo Rollemberg, que escreveu o prefácio do primeiro, e Flavio Prado, autor do segundo, estavam presentes.



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O evento começou pequeno, mas foi chegando gente.
Vários convidados...
...os amigos de sempre...
...os fãs...
...a presença de Alberto...

Entre outras coisas.
Daqui a pouco posto mais fotos, e falo um pouco mais sobre o evento. Posted by Picasa

segunda-feira, 10 de julho de 2006

Itália campeã.

Mais uma Copa do Mundo. Mais um tetra-campeão. Melhor. Assim o Brasil não fica muito isolado.

Do meu lado, o sangue ficou dividido. De um lado, o Joly, francês. Do outro, Bernardi, italiano.

Embora o Joly seja o conhecido hoje, é o Bernardi que me influenciou desde o começo. O contato é muito maior com o lado italiano da família. Por isso, fiquei feliz com a vitória da Azzurra.

E, no próximo dia 18, lançamento do novo livro CHAVES E CHAPOLIN: SIGAM-ME OS BONS! - estou fazendo igual chamada da Globo em época de novela nova. A cada chamadinha, entra a novela no fim...
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terça-feira, 4 de julho de 2006

Agora é OFICIAL

Lançamento do livro
CHAVES E CHAPOLIN: SIGAM-ME OS BONS!

Dia 18 de julho de 2006, a partir das 19h

FNAC Paulista - Av. Paulista, 901

(clique na imagem para ampliar)

Estão todos convidados, e para os mais interessados (ou loucos), haverá um concurso de fantasias de Chapolin. O prêmio?...Vocês saberão na hora!

Sobre a obra: CHAVES E CHAPOLIN - SIGAM-ME OS BONS! traz um guia detalhado dos melhores episódios, com curiosidades, bastidores e histórias.

Além disso, preparamos um quiz com mais de 500 perguntas sobre o tema. As respostas, no fim do livro, trazem mais explicações e mensagens alusivas aos programas.

E, para finalizar, crifras das melhores canções para tocar no violão!

Portanto, mais uma vez, confirmo que estão TODOS convidados - alguns, claro, estão intimados a ir... Posted by Picasa














Homenagem a Ju, grande amiga:

"A música é um dos mais antigos meios de comunicação da história da humanidade. Ela transmite sensações, sentimentos, desejos, idéias e até mesmo informações. O homem manifesta sua essência por meio da música e cabe aos demais traduzi-la de acordo com suas experiências, seu gosto pessoal, seu humor, entre tantos outros fatores. Os acordes não causam a mesma impressão a todas as pessoas, eles são interpretados de maneira muito particular por cada uma delas. " Posted by Picasa

segunda-feira, 3 de julho de 2006












Bom, de que adianta a minha opinião a mais?
O Brasil possui uma horda de comentaristas e especialistas no assunto.
Mas, como eu não sou diferente, também tenho que deixar aqui meu protesto, ou, simplesmente, observação.

Foi muito triste sair da Copa.

Fazemos parte de uma geração que não via isso há muito tempo.

Em 1994, talvez, a memória seja maior. Lembro de quase todos os jogos (não só os do Brasil), dos artilheiros, dos momentos, enfim, de tudo, com um frescor inacreditável.
Já em 1998, a lembrança já não é tão grande assim. Talvez por causa da idade, a Copa não era uma prioridade tão grande assim.

Em 2002, foi uma alegria só. Lembro que até tentei ficar emocionado como em 1994 (naquela final. cercado por italianos, eu chorei), mas não consegui.
O fato é que, desde 1990, não sabia o que era sentir isso. Ver a Copa continuar e o Brasil não estar no meio.

Estava numa torcida enorme para que Brasil pegasse Portugal. Aí, podia até perder. Sim, porque, no fundo, eu era mais um que não acreditava na seleção. O time não estava bom, apesar de tantas estrelas.

(parênteses)
Aliás, estrelas sim. Mas de comercial. Nunca em uma Copa do Mundo os jogadores apareceram tanto na televisão. Foi incrível. Imagino como eles conseguiam tempo para gravar. O engraçado é que, por "N" razões, somente determinados jogadores podiam aparecer em X peças publicitárias, em cada um aparecia um grupo diferente.

Na Brahma, era o Cicinho, Ronaldo e Parreira.
No Guaraná, era o Kaká, Ronaldo e Cicinho (eu acho) - também teve até o Maradona em outra.
Com o Rexona, Ronaldinho.
Com a Oi, Ronaldinho.
Com a Vivo, Robinho.
No Santander Banespa, Roberto Carlos, Kaká, Robinho e Ronaldinho.

Deve ter mais, mas agora não me lembro. O fato é que jamais tantos jogadores apareceram em tantos comerciais. Será que eles não deveriam se preocupar mais em jogar futebol?
(fim dos parênteses)

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Porque ele não colocou o Mineiro para marcar o Zidane?
Ah sim, é que a seleção não joga no estilo de marcação individual. Que pena. Então, tudo que podemos fazer é assistir o cara comendo a bola enquanto nosso jogadores ficam ajeitando a meia. Sim, ajeitando a meia! Incrível!

Quando comecei esse texto, ia fazer algo meio sutil. Mas não dá. Como que nós fomos perder essa Copa?!
Enfim...

O que eu queria dizer mesmo é que eu chorei quando perdemos. Foi um choro rápido, simples, mas ele esteve lá.
Aí, claro, você pode reclamar que os jogadores ganham milhões só nos salários, além, é claro, das intermináveis propagandas como as da lista acima.

Sim, claro, acontece tudo isso.
Mas quando choramos, choramos pelo país.
A Copa do Mundo, um evento tão belo, tão significativo, que consegue unir todas as culturas em torno de um só ideal. A forma mais correta de se fazer uma guerra. Uma guerra em que não há tiros nem bombas, apenas a alegria de ver diferentes nações, diferentes costumes, todos juntos.
E o Brasil estava lá. Fazia parte daquilo tudo.

Ver a Copa continuar sem nós é algo que eu não via desde que tinha meus 10 anos.
E, de lá pra cá, muita coisa mudou. Praticamente tudo, somente ficou o nome e RG.

Uma pena perder assim.
Nos resta torcer pelo Felipão e Portugal, que mostrou a vontade gaúcha e brasileira que o embananado Parreira, com os braços cruzados, pose típica de - como fala minha mãe - quem está "fechado para o mundo", não mostrou. Posted by Picasa

terça-feira, 27 de junho de 2006

Fondue LBA-Joly, edição 2006.
Convidados: Lucas Litvay, Gustavo Deamo e Sr. e Sra. Anão.
Além, é claro, da Pulga, que não saiu na primeira foto, mas está na de baixo.




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Mais um momento das antigas, ódio no coração:


A Jeanne saiu. A Discovery saiu. A Alice saiu. Thiago saiu. Caru saiu. Marina saiu. Todos saíram.
Estavam reclamando que eu não escrevia no blog... Como não vou ter tempo de escrever nada hoje, resolvi colocar aqui um texto que escrevi em um momento de extrema fúria anti-TJG. O ano devia ser 2004, e eu me lembro bem a razão da fúria, mas não cabe aqui citá-la.
Segue o texto na íntegra, com erros e características originais:


Tempos de Jogar Geral (TJG)

Há alguns meses, eram tempos de Flash, era a carne doendo, era o sangue escorrendo. Hoje, vê, seu tempo é na TJG, e o sangue, desta vez, não escorre, mas escoe em meio ao papel. Tempos de TJG, como pode ver, uma liberdade teatral, um clima de um planeta animal, ou seria o contrário? Em meio à carnificina, TJG, sabe como ser, lê a notícia e faz aquilo que sente, após o media training. Aluga teu coração e faz o orçamento para ver quanto fica uma razão, a original ficou no táxi. Atende, escuta, gritos, mitos e fatos vão rolando escada abaixo. Estou cansado, estátuas que atingem o teto, têm menos estopim. Adiar para cinco minutos, saliva e emoção, na sala de reunião, se tiver tempo. Cala-te, estão te ouvindo por aqui. No reality show em que a realidade não dá ibope, não dá à Deus, ou dá ou desce. Demais penso e peno, mas o pensamento está alto, é de ano em ano, Ediana manda, é de santo em santo, a idade vai chegando. Falta ar, falta de ar, me dá meu ar e tira essa de perto de mim. Não me faz ouvir a tua voz. Não estou bem hoje, não esteio demais? Nem estando bem se está como os tais. Falta o final? Sim, mas é claro, não existe final para o que a alma ainda não absorveu. Não tem fim se o começo é tão recente. Calma, Luís, aumentaram as provas, eu bem que disse, mas vai indo devagar, esquece do teu âmago que todo dia te afligia e hoje fica ao teu lado, enquanto declamo. Se me pedes novamente, digo a ti. Sangue do teu sangue, educação não é minha. Eu a tinha. Deixa eu vomitar um pouco e já volto já. “Com a alça dela”, causa perdida, futuro melhor ou pior, jornalisticamente falando, que chatice.

quarta-feira, 7 de junho de 2006
















Ontem a Dani me mostrou o texto de uma colega dela, muito legal, sobre a exposição ao máximo do Brasil (Copa) na mídia. E hoje a Ju me manda a imagem da capa do UOL. Destaque para a legenda na foto: "Ronaldinho fere nádegas durante treino da seleção brasileira". A foto, embora pequena aqui, é de Ronaldinho mostrando partes das nádegas feridas para os companheiros de time.

A que ponto chegamos? É realmente necessário, de cunho jornalístico, de importância vital para o leitor, saber que um jogador feriu as nádegas durante treino? E ainda por cima deixar isso na capa do UOL?

Bom, talvez eles estejam certos. Afinal, gerou polêmica.
Mas, para mim, é um pouco demais.

Fico enojado com tuda essa megaexposição em torno da seleção. Quanto mais temos acesso à informação rápida, menos importante ela fica.... Posted by Picasa

segunda-feira, 5 de junho de 2006







3 anos na TJG... Celebrate good times (cala-te boca)... Posted by Picasa
Na falta de uma foto nova, resolvi postar esta.
No dia do aniversário do Marcos, fizemos um happy no Mexicano. O gentleman foi. O sorriso da foto é proposital; a presença de Carlos foi tão inusitada no local que resolvemos tirar fotos ao estilo estou-ao-lado-de-uma-celebridade.

Não ficou cara de quem está do lado de alguém famoso?! Posted by Picasa

quinta-feira, 1 de junho de 2006

FEBRE da Copa do Mundo!!!

São tantas pessoas colecionando as figurinhas para o álbum que fica difícil citar aqui...

Alguém tem o Julio Baptista? Falta ele p completar o Brasil...

Só não peço para a Ju, afinal, ela é a única que não tomou parte nessa sadia brincadeira.
E também, mesmo que tomasse, não estaria disponível, afinal, quando não está aqui, está em Atibaia mesmo... Posted by Picasa

terça-feira, 30 de maio de 2006

Meu local de trabalho aqui na TJG é ao lado da impressora. Aliás, das impressoras: uma colorida e outra P&B.

Até aí tudo bem. Só que comecei a reparar, aos poucos, que toda pessoa que tem a (in)felicidade de sentar-se ao lado das impressoras da empresa recebe automaticamente o título de Specialist Printer Deskjet Laser Executive, ou algo do gênero.

Antigamente era com o Carlos Dias, o caríssimo, que sentava-se aqui. Agora, é comigo. Na época dele, eu era apenas mais um a fazer as mais mirabolantes questões ao gentleman. Só que o tempo passou, Carlos Dias se foi, e hoje, eu assumo seu lugar - não hiearquicamente, mas fisicamente mesmo.

Logo, um dia comum na TJG pra mim é repleto de questões como:

"De que lado eu ponho o papel rascunho para sair certo, assim ou assim?"

"Cadê o papel que eu tinha mandado imprimir agora pouco?!"

"Você sabe onde tem papel novo?"

"Luís, acabou o papel carta. Pega mais?"

"Está aparecendo 'pouca tinta'. Posso imprimir ainda ou é melhor trocar?"

"Aqui diz 'atolamento de bandeja'. O que eu faço?"

"'Não há documentos na fila. Luís, o que aconteceu?"

"Luís, vc pode pegar o papel que eu imprimi agora pouco?"

Em tempos difíceis como os que vivemos, é comum as pessoas assumirem mais de um cargo na mesma empresa. E foi assim que eu assumi mais uma função na TJG. Claro, pois as pessoas se dirigem a quem está mais próximos dos equipamentos quando algo está errado, afinal, esperam que uma pessoa que passa o dia vendo impressoras imprimindo saiba como agir diante do inesperado. Algumas, inclusive, chegam a ficar inconformadas diante da minha falta de solução para os seus problemas.

- O que houve aqui, Luís? Diz "pouca memória. Troque ISBII por um deskjet novo"
- Hmmmm...Não sei.
- Como não sabe? Você não fica aqui o dia inteiro?

Nada mais comum.

Pois eu lhes digo, pessoas: Não sei nada de impressoras. Não sei de que lado tem que ir o papel rascunho. Nao sei como desatolar o papel preso, e menos ainda como trocar o toner.

A habilidade sobre o tema possuída por mim é a mesma que todos os demais mortais da empresa têm: pouca, limitada e, provavelmente, enganosa.

Mas agora tenho que ir. Alguém mandou imprimir no modo "rascunho rápido" e as folhas estão caindo no meu pé.

Até.

terça-feira, 23 de maio de 2006

Ultimamente nem tem dado tempo de escrever aqui...

A audiência de supostas 4 pessoas tem reclamado...

Entrou uma conta nova aqui, uma tal de Faurecia. Comunicação interna. O plano é muito legal, mas toma tempo, muito tempo, algo que eu não tenho...

Mas a gente vai se virando.... Estou aprendendo muito com a Renata.

sexta-feira, 5 de maio de 2006

O Corinthians deu mais um exemplo ontem de como não se portar dentro e fora de campo.
A falta de organização de um time que acha que parcerias misteriosas e milionárias fazem milagre. Mas, no fim, nada mais justo, afinal o título do Brasileiro do ano passado foi tão deprimente quando a eliminação de ontem.

Vergonhoso... Faço minhas a palavras do Juca Kfouri (com alterações de Luís Fernando Ramos)...

Não basta perder e ser eliminado...

Tem que perder a dignidade... a compostura... a vergonha na cara... Um vexame sem tamanho...

Merece ser suspenso de competições internacionais por um bom tempo... para pensar na vida e tentar aprender que Libertadores é competição para gente grande!
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quarta-feira, 3 de maio de 2006

...e durante a aula (engraçadíssima, por sinal), exemplos de kitsch clássicos: relógio de frutas da cozinha, anão de jardim, eu, objetos de artesanatos do tipo "estive-em-XXX-e-lembrei-me-de-você", elefantes para deixar com a bunda (a do elefante) pra porta, etc... Posted by Picasa