terça-feira, 4 de julho de 2006

Agora é OFICIAL

Lançamento do livro
CHAVES E CHAPOLIN: SIGAM-ME OS BONS!

Dia 18 de julho de 2006, a partir das 19h

FNAC Paulista - Av. Paulista, 901

(clique na imagem para ampliar)

Estão todos convidados, e para os mais interessados (ou loucos), haverá um concurso de fantasias de Chapolin. O prêmio?...Vocês saberão na hora!

Sobre a obra: CHAVES E CHAPOLIN - SIGAM-ME OS BONS! traz um guia detalhado dos melhores episódios, com curiosidades, bastidores e histórias.

Além disso, preparamos um quiz com mais de 500 perguntas sobre o tema. As respostas, no fim do livro, trazem mais explicações e mensagens alusivas aos programas.

E, para finalizar, crifras das melhores canções para tocar no violão!

Portanto, mais uma vez, confirmo que estão TODOS convidados - alguns, claro, estão intimados a ir... Posted by Picasa














Homenagem a Ju, grande amiga:

"A música é um dos mais antigos meios de comunicação da história da humanidade. Ela transmite sensações, sentimentos, desejos, idéias e até mesmo informações. O homem manifesta sua essência por meio da música e cabe aos demais traduzi-la de acordo com suas experiências, seu gosto pessoal, seu humor, entre tantos outros fatores. Os acordes não causam a mesma impressão a todas as pessoas, eles são interpretados de maneira muito particular por cada uma delas. " Posted by Picasa

segunda-feira, 3 de julho de 2006












Bom, de que adianta a minha opinião a mais?
O Brasil possui uma horda de comentaristas e especialistas no assunto.
Mas, como eu não sou diferente, também tenho que deixar aqui meu protesto, ou, simplesmente, observação.

Foi muito triste sair da Copa.

Fazemos parte de uma geração que não via isso há muito tempo.

Em 1994, talvez, a memória seja maior. Lembro de quase todos os jogos (não só os do Brasil), dos artilheiros, dos momentos, enfim, de tudo, com um frescor inacreditável.
Já em 1998, a lembrança já não é tão grande assim. Talvez por causa da idade, a Copa não era uma prioridade tão grande assim.

Em 2002, foi uma alegria só. Lembro que até tentei ficar emocionado como em 1994 (naquela final. cercado por italianos, eu chorei), mas não consegui.
O fato é que, desde 1990, não sabia o que era sentir isso. Ver a Copa continuar e o Brasil não estar no meio.

Estava numa torcida enorme para que Brasil pegasse Portugal. Aí, podia até perder. Sim, porque, no fundo, eu era mais um que não acreditava na seleção. O time não estava bom, apesar de tantas estrelas.

(parênteses)
Aliás, estrelas sim. Mas de comercial. Nunca em uma Copa do Mundo os jogadores apareceram tanto na televisão. Foi incrível. Imagino como eles conseguiam tempo para gravar. O engraçado é que, por "N" razões, somente determinados jogadores podiam aparecer em X peças publicitárias, em cada um aparecia um grupo diferente.

Na Brahma, era o Cicinho, Ronaldo e Parreira.
No Guaraná, era o Kaká, Ronaldo e Cicinho (eu acho) - também teve até o Maradona em outra.
Com o Rexona, Ronaldinho.
Com a Oi, Ronaldinho.
Com a Vivo, Robinho.
No Santander Banespa, Roberto Carlos, Kaká, Robinho e Ronaldinho.

Deve ter mais, mas agora não me lembro. O fato é que jamais tantos jogadores apareceram em tantos comerciais. Será que eles não deveriam se preocupar mais em jogar futebol?
(fim dos parênteses)

###

Porque ele não colocou o Mineiro para marcar o Zidane?
Ah sim, é que a seleção não joga no estilo de marcação individual. Que pena. Então, tudo que podemos fazer é assistir o cara comendo a bola enquanto nosso jogadores ficam ajeitando a meia. Sim, ajeitando a meia! Incrível!

Quando comecei esse texto, ia fazer algo meio sutil. Mas não dá. Como que nós fomos perder essa Copa?!
Enfim...

O que eu queria dizer mesmo é que eu chorei quando perdemos. Foi um choro rápido, simples, mas ele esteve lá.
Aí, claro, você pode reclamar que os jogadores ganham milhões só nos salários, além, é claro, das intermináveis propagandas como as da lista acima.

Sim, claro, acontece tudo isso.
Mas quando choramos, choramos pelo país.
A Copa do Mundo, um evento tão belo, tão significativo, que consegue unir todas as culturas em torno de um só ideal. A forma mais correta de se fazer uma guerra. Uma guerra em que não há tiros nem bombas, apenas a alegria de ver diferentes nações, diferentes costumes, todos juntos.
E o Brasil estava lá. Fazia parte daquilo tudo.

Ver a Copa continuar sem nós é algo que eu não via desde que tinha meus 10 anos.
E, de lá pra cá, muita coisa mudou. Praticamente tudo, somente ficou o nome e RG.

Uma pena perder assim.
Nos resta torcer pelo Felipão e Portugal, que mostrou a vontade gaúcha e brasileira que o embananado Parreira, com os braços cruzados, pose típica de - como fala minha mãe - quem está "fechado para o mundo", não mostrou. Posted by Picasa

terça-feira, 27 de junho de 2006

Fondue LBA-Joly, edição 2006.
Convidados: Lucas Litvay, Gustavo Deamo e Sr. e Sra. Anão.
Além, é claro, da Pulga, que não saiu na primeira foto, mas está na de baixo.




 Posted by Picasa
Mais um momento das antigas, ódio no coração:


A Jeanne saiu. A Discovery saiu. A Alice saiu. Thiago saiu. Caru saiu. Marina saiu. Todos saíram.
Estavam reclamando que eu não escrevia no blog... Como não vou ter tempo de escrever nada hoje, resolvi colocar aqui um texto que escrevi em um momento de extrema fúria anti-TJG. O ano devia ser 2004, e eu me lembro bem a razão da fúria, mas não cabe aqui citá-la.
Segue o texto na íntegra, com erros e características originais:


Tempos de Jogar Geral (TJG)

Há alguns meses, eram tempos de Flash, era a carne doendo, era o sangue escorrendo. Hoje, vê, seu tempo é na TJG, e o sangue, desta vez, não escorre, mas escoe em meio ao papel. Tempos de TJG, como pode ver, uma liberdade teatral, um clima de um planeta animal, ou seria o contrário? Em meio à carnificina, TJG, sabe como ser, lê a notícia e faz aquilo que sente, após o media training. Aluga teu coração e faz o orçamento para ver quanto fica uma razão, a original ficou no táxi. Atende, escuta, gritos, mitos e fatos vão rolando escada abaixo. Estou cansado, estátuas que atingem o teto, têm menos estopim. Adiar para cinco minutos, saliva e emoção, na sala de reunião, se tiver tempo. Cala-te, estão te ouvindo por aqui. No reality show em que a realidade não dá ibope, não dá à Deus, ou dá ou desce. Demais penso e peno, mas o pensamento está alto, é de ano em ano, Ediana manda, é de santo em santo, a idade vai chegando. Falta ar, falta de ar, me dá meu ar e tira essa de perto de mim. Não me faz ouvir a tua voz. Não estou bem hoje, não esteio demais? Nem estando bem se está como os tais. Falta o final? Sim, mas é claro, não existe final para o que a alma ainda não absorveu. Não tem fim se o começo é tão recente. Calma, Luís, aumentaram as provas, eu bem que disse, mas vai indo devagar, esquece do teu âmago que todo dia te afligia e hoje fica ao teu lado, enquanto declamo. Se me pedes novamente, digo a ti. Sangue do teu sangue, educação não é minha. Eu a tinha. Deixa eu vomitar um pouco e já volto já. “Com a alça dela”, causa perdida, futuro melhor ou pior, jornalisticamente falando, que chatice.

quarta-feira, 7 de junho de 2006
















Ontem a Dani me mostrou o texto de uma colega dela, muito legal, sobre a exposição ao máximo do Brasil (Copa) na mídia. E hoje a Ju me manda a imagem da capa do UOL. Destaque para a legenda na foto: "Ronaldinho fere nádegas durante treino da seleção brasileira". A foto, embora pequena aqui, é de Ronaldinho mostrando partes das nádegas feridas para os companheiros de time.

A que ponto chegamos? É realmente necessário, de cunho jornalístico, de importância vital para o leitor, saber que um jogador feriu as nádegas durante treino? E ainda por cima deixar isso na capa do UOL?

Bom, talvez eles estejam certos. Afinal, gerou polêmica.
Mas, para mim, é um pouco demais.

Fico enojado com tuda essa megaexposição em torno da seleção. Quanto mais temos acesso à informação rápida, menos importante ela fica.... Posted by Picasa

segunda-feira, 5 de junho de 2006







3 anos na TJG... Celebrate good times (cala-te boca)... Posted by Picasa
Na falta de uma foto nova, resolvi postar esta.
No dia do aniversário do Marcos, fizemos um happy no Mexicano. O gentleman foi. O sorriso da foto é proposital; a presença de Carlos foi tão inusitada no local que resolvemos tirar fotos ao estilo estou-ao-lado-de-uma-celebridade.

Não ficou cara de quem está do lado de alguém famoso?! Posted by Picasa

quinta-feira, 1 de junho de 2006

FEBRE da Copa do Mundo!!!

São tantas pessoas colecionando as figurinhas para o álbum que fica difícil citar aqui...

Alguém tem o Julio Baptista? Falta ele p completar o Brasil...

Só não peço para a Ju, afinal, ela é a única que não tomou parte nessa sadia brincadeira.
E também, mesmo que tomasse, não estaria disponível, afinal, quando não está aqui, está em Atibaia mesmo... Posted by Picasa

terça-feira, 30 de maio de 2006

Meu local de trabalho aqui na TJG é ao lado da impressora. Aliás, das impressoras: uma colorida e outra P&B.

Até aí tudo bem. Só que comecei a reparar, aos poucos, que toda pessoa que tem a (in)felicidade de sentar-se ao lado das impressoras da empresa recebe automaticamente o título de Specialist Printer Deskjet Laser Executive, ou algo do gênero.

Antigamente era com o Carlos Dias, o caríssimo, que sentava-se aqui. Agora, é comigo. Na época dele, eu era apenas mais um a fazer as mais mirabolantes questões ao gentleman. Só que o tempo passou, Carlos Dias se foi, e hoje, eu assumo seu lugar - não hiearquicamente, mas fisicamente mesmo.

Logo, um dia comum na TJG pra mim é repleto de questões como:

"De que lado eu ponho o papel rascunho para sair certo, assim ou assim?"

"Cadê o papel que eu tinha mandado imprimir agora pouco?!"

"Você sabe onde tem papel novo?"

"Luís, acabou o papel carta. Pega mais?"

"Está aparecendo 'pouca tinta'. Posso imprimir ainda ou é melhor trocar?"

"Aqui diz 'atolamento de bandeja'. O que eu faço?"

"'Não há documentos na fila. Luís, o que aconteceu?"

"Luís, vc pode pegar o papel que eu imprimi agora pouco?"

Em tempos difíceis como os que vivemos, é comum as pessoas assumirem mais de um cargo na mesma empresa. E foi assim que eu assumi mais uma função na TJG. Claro, pois as pessoas se dirigem a quem está mais próximos dos equipamentos quando algo está errado, afinal, esperam que uma pessoa que passa o dia vendo impressoras imprimindo saiba como agir diante do inesperado. Algumas, inclusive, chegam a ficar inconformadas diante da minha falta de solução para os seus problemas.

- O que houve aqui, Luís? Diz "pouca memória. Troque ISBII por um deskjet novo"
- Hmmmm...Não sei.
- Como não sabe? Você não fica aqui o dia inteiro?

Nada mais comum.

Pois eu lhes digo, pessoas: Não sei nada de impressoras. Não sei de que lado tem que ir o papel rascunho. Nao sei como desatolar o papel preso, e menos ainda como trocar o toner.

A habilidade sobre o tema possuída por mim é a mesma que todos os demais mortais da empresa têm: pouca, limitada e, provavelmente, enganosa.

Mas agora tenho que ir. Alguém mandou imprimir no modo "rascunho rápido" e as folhas estão caindo no meu pé.

Até.

terça-feira, 23 de maio de 2006

Ultimamente nem tem dado tempo de escrever aqui...

A audiência de supostas 4 pessoas tem reclamado...

Entrou uma conta nova aqui, uma tal de Faurecia. Comunicação interna. O plano é muito legal, mas toma tempo, muito tempo, algo que eu não tenho...

Mas a gente vai se virando.... Estou aprendendo muito com a Renata.

sexta-feira, 5 de maio de 2006

O Corinthians deu mais um exemplo ontem de como não se portar dentro e fora de campo.
A falta de organização de um time que acha que parcerias misteriosas e milionárias fazem milagre. Mas, no fim, nada mais justo, afinal o título do Brasileiro do ano passado foi tão deprimente quando a eliminação de ontem.

Vergonhoso... Faço minhas a palavras do Juca Kfouri (com alterações de Luís Fernando Ramos)...

Não basta perder e ser eliminado...

Tem que perder a dignidade... a compostura... a vergonha na cara... Um vexame sem tamanho...

Merece ser suspenso de competições internacionais por um bom tempo... para pensar na vida e tentar aprender que Libertadores é competição para gente grande!
Posted by Picasa

quarta-feira, 3 de maio de 2006

...e durante a aula (engraçadíssima, por sinal), exemplos de kitsch clássicos: relógio de frutas da cozinha, anão de jardim, eu, objetos de artesanatos do tipo "estive-em-XXX-e-lembrei-me-de-você", elefantes para deixar com a bunda (a do elefante) pra porta, etc... Posted by Picasa
Aula sobre kitsch (a arte menor, o exagero, ultrapassado, etc) na Cásper. Essa foi a preparação, ainda em casa. Estou kitsch o suficiente? Posted by Picasa

quarta-feira, 26 de abril de 2006

Ah, uma curiosidade interessante sobre a fotos dos autores lá embaixo.

O Fernando e eu já estávamos de boné, então o Paulinho pediu para a funcionária do Mc Donald's, que tirou a foto, emprestar o boné dela, só para ele sair de boné também... Reparem o "M" no boné dele...
Teve ganso, sonho de verão, bolo de carne, torradas no azeite, peladinho, pedra grande, orkut, Dick Farney (irmão do Dick Valley Usseo), Prêmio Air France, violão ignorado, saco de supermercado sendo lavado na pia, vinho em copo de whiskey, cerveja (pouca, acredita? eu também não), cabelo molhado, feira das nações (que na verdade era dos estados), fanfarra ao som de Fábio Junior, namorado traficante, corrida de F1, CompreBem (Barateiro), buzinar para desconhecidos nas ruas, entre outras coisinhas. Ou seja: aguardamos o próximo feriado! Atibaia rules! Posted by Picasa
Aproveitando o momento raro (raro mesmo) para registrar uma fotografia. O último encontro entre os três autores do livro havia sido em outubro último, no evento da Siciliano. Da esquerda para a direita, Paulo Franco, eu e Fernando Thuler...

Agradeço muito a esses dois... Agora, é partir para o novo projeto! Posted by Picasa

quinta-feira, 20 de abril de 2006

Diário do Chaves X Chaves: Foi Sem Querer querendo?
Roberto Gómes Bolaños X Joly, Thuler e Franco
R$ 19,90 X R$ 27,00
160 páginas X 160 páginas
Lançamento em Mar/06 X Lançamento em Set/05
Suma de Letras X Matrix
Ficção X Não-ficção (livro-reportagem)
Livro escrito pelo próprio "Chaves" X Conta como a série chegou ao país
Não fala sobre bastidores da série X Não entrevista o próprio Bolaños

terça-feira, 11 de abril de 2006

Claro, a Ju já estava antes de todos nós. Antes do próprio Jeffrey.

Mas, como o médico mudou, teve que fazer o tal do exame tbm.